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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A Chuva


Sentado sob uma árvore,
Olhava para ti, e ficava
Viajando no barulho da
Chuva, ela molhou, mas
Não morgou tua parada.

Essa chuva excede meu lenço,
E fico vilipendiado, mas vem
E abraça, pois assim não se
Apagará nossa brasa viva.

Continuo na ebriedade, as pessoas
Observam-me, e eu permaneço
Andando em uma direção incerta.


Darei uma volta
Na praça para achá-la.


Hoje passei a tarde inteira com
Minha companheira, as pessoas
Correm da chuva, eu corro para
A chuva, penso com a chuva,
Ando com a chuva e morrerei chuva.

sábado, 11 de julho de 2009

Tempestade en el Relicario

Tempestad en el Relicario




Mi dolor es un silencio
Que no calla, grita errante por una
Calle que no habla.



Frío por un cuerpo caliente,
Sonrisa irónica, el otro lado,
Melancolía, lágrima demente.
Tristeza en plena aurora.



Sonrisa ilusoria
Acompañando a la soledad,
Tempestad en el relicario
De mi contradicción.



Ronne Grey

quinta-feira, 9 de abril de 2009

23 de Janeiro



Acordava cantando,
Dormia com as janelas abertas,
À noite sua alma
Perambulava pela floresta.



Noites fumegantes
Onde sentava nos barcos
Preguiçosos do mangue.



O som do mar lhe seduzia,
Semelhante um canto de flauta
Que embriaga os poetas.



Ele sempre dizia:
Ingratidão dormir,
Enquanto se faz
Bela lua cheia.








Ronne Grey